Cuidar não é obrigação feminina: compartilhar o cuidado é justiça social





Por Denise Oliveira.



Cuidar não é obrigação feminina: compartilhar o cuidado é justiça socialA sobrecarga das mulheres precisa acabar. Dividir responsabilidades é um passo essencial para a igualdade.



A desigualdade no cuidado doméstico e familiar ainda é uma realidade que pesa, sobretudo, sobre as mulheres. Dados mostram que elas dedicam até três vezes mais tempo às tarefas de cuidado do que os homens, o que impacta diretamente suas trajetórias pessoais e profissionais. Menos tempo para estudar, menos oportunidades no mercado de trabalho e quase nenhum espaço para o descanso fazem parte do cotidiano de milhares de mulheres.



Para a subsecretária da Mulher, Renata D’Aguiar, esse cenário precisa ser enfrentado com conscientização e mudança de comportamento. “O cuidado não pode ser visto como uma obrigação feminina. Compartilhar o cuidado é uma questão de justiça social, de igualdade e de respeito. Cuidar também é coisa de homem”, destaca.



A sobrecarga feminina no cuidado não é invisível. Ela afeta sonhos, limita futuros e reforça desigualdades históricas. Promover a divisão justa das responsabilidades dentro de casa e na família é um passo fundamental para garantir mais autonomia, dignidade e qualidade de vida para as mulheres.



A Subsecretaria da Mulher reforça a importância do engajamento de toda a sociedade nesse debate. Refletir, dialogar e mudar atitudes no dia a dia são ações essenciais para transformar essa realidade.



Compartilhe, reflita e faça parte dessa transformação.
Porque dividir o cuidado é construir um futuro mais justo para todos.







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