Aspirina pode salvar vidas em caso de infarto agudo, mas exige atenção

Aspirina pode salvar vidas em caso de infarto agudo, mas exige atenção

Aspirina pode salvar vidas em caso de infarto agudo, mas exige atenção

Especialistas explicam quando a aspirina é indicada no infarto, as contraindicações e por que o atendimento rápido é essencial

O uso da aspirina é uma das primeiras medidas recomendadas diante da suspeita de infarto agudo do miocárdio. O medicamento ajuda a impedir que o coágulo responsável pela obstrução da artéria continue aumentando, reduzindo o risco de morte quando administrado rapidamente.

Apesar da eficácia tradicional, especialistas alertam que a medicação não deve substituir a busca imediata por atendimento médico e nem é indicada para todos os pacientes.

Quanto mais cedo a aspirina é administrada, maiores são as chances de reduzir os danos causados ao músculo cardíaco. Segundo o cardiologista Ernesto Joscelin, do Hospital Brasília, a recomendação é que pacientes com suspeita de infarto mastiguem de dois a três comprimidos de AAS infantil (100 mg cada), já que isso acelera a absorção do medicamento.

“A aspirina deve ser administrada o mais precocemente possível em pacientes com suspeita de infarto. Quanto mais cedo ela for utilizada, maior o benefício, inclusive com redução do risco de morte”, afirma Joscelin.

O especialista explica que mastigar o comprimido faz com que parte do medicamento seja absorvida ainda pela mucosa da boca, permitindo ação mais rápida em um momento em que cada minuto pode fazer diferença.

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